O que acontece se você engatar a ré com o carro em movimento?

Qual motorista, que gosta de dirigir, nunca teve a curiosidade de saber qual a sensação de puxar o frio de mão com o carro em movimento? Ou dar um salto de um lado a outro de um penhasco? E de entrar com o carro em um lago para ver o que acontece? Pois bem, se você não é uma dessas pessoas, saiba que tem muita gente que já se imaginou fazendo esse tipo de coisa.
Porém (!) existem algumas coisas em nossas vidas, também conhecidas como: realidade, sensatez, responsabilidade, medo, etc. Coisas essas que nos impedem de fazer loucuras, sejam quais foram. Precisamos lembrar que não temos o intuito de criticar, julgar, muito menos impor verdades absolutas. Nosso objetivo é único e exclusivo de informar e entreter.
Por isso, o conteúdo dessa matéria se destina a aqueles que se interessarem e/ou identificarem. A primeira coisa que podemos dizer é, se você estiver dirigindo e, acidentalmente, acionar a marcha-ré, não entre em pânico. Para que seja possível melhor compreensão, o mecanismo de marcha ré, em qualquer carro com transmissão manual é simples.
Basicamente, “Existe uma árvore que recebe movimento do motor e que possui uma engrenagem usada para a marcha ré. Existe uma outra árvore que aciona as rodas e que também possui uma engrenagem para esse fim. Para fazer a marcha ré, uma terceira engrenagem é literalmente empurrada entre aquelas duas engrenagens, ficando tudo engrenado.
Essa terceira engrenagem faz a árvore que leva movimento às rodas inverter seu sentido de rotação, resultando no veículo dar ré.” Com isso, podemos concluir que, uma vez acionada, a ré com o carro em movimento, ela não poderá se posicionar entre as duas engrenagens, fazendo com que uma gire rapidamente em direção contrária a outra. Isso ocasionará em um alto barulho – além do que, você também irá sentir na alavanca do câmbio – arranhando.
Que será causado pelos dentes das engrenagens indo um contra o outro. Como não existe a possibilidade de engrenagem da marcha ré, nada grave irá acontecer. O câmbio não irá explodir, nem o carro começara a andar de ré pela rua como nos desenhos animados.
Em teoria, só é possível engatar a ré quando o carro está parado. Porém, “alguns modelos possuem sincronizador de marcha ré e é possível engatá-la com o veículo andando para frente, mas em velocidade muito baixa, abaixo de 5 km/h. Acima dessa velocidade o sincronizador não dará conta e haverá o mesmo ruído de arranhar e a ré não se engrenará de modo algum também.”
No caso dos carros automáticos, se o veículo estiver em movimento, e você tentar engatar a ré, nada acontecerá. A não ser que esteja em uma velocidade muito baixa, como é o caso da caixa de câmbio manual. Isso acontece porque o sistema interno é programado para evitar esse tipo de incidente.
Nesse vídeo você pode conferir um teste feito pelo canal AutoVlog. Com um carro automático. Você perceberá que nada irá acontecer.
Então pessoal, o que acharam dessa matéria? Encontraram algum erro? Ficaram com dúvidas? Possuem sugestões? Não se esqueçam de comentar com a gente!
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Como Funciona a Ressonância Magnética com Contraste


O contraste permite uma melhor visualização dos tecidos e dos vasos sanguíneos. Ele ajuda a detectar lesões, distinguir tumores e ainda aumenta as chances de cura do paciente.

Confira como funciona a ressonância magnética com contraste.

Na maioria dos casos, o paciente submetido a uma ressonância magnética por contraste pode retomar as suas atividades normais já no mesmo dia do exame.

Por dentro do corpo humano

A aplicação do contraste é a última etapa da ressonância magnética. Às vezes, certos tumores são tão pequenos que não aparecem no exame tradicional. Em caso de suspeita, o radiologista deve recorrer ao contraste para fechar o laudo radiológico. O contraste é importante porque permite uma melhor visualização dos tecidos e dos vasos sanguíneos. Com ele, é possível distinguir um tumor benigno de um maligno.

Todo cuidado é pouco

Ao contrário de outros exames, como a radiografia ou a tomografia computadorizada, a ressonância magnética não emite radiação. Mesmo assim, ela requer alguns cuidados. Por utilizar um campo magnético que ajuda na formação de imagens, o exame de ressonância magnética é contraindicado, com ou sem contraste, para pacientes com válvulas cardíacas, implantes auditivos ou próteses dentárias, entre outros.

Coceira e vermelhidão

Embora seja menos arriscado que o iodo, o gadolínio também pode causar reações adversas, como coceira e vermelhidão. Nesse caso, pessoas com histórico de alergia a qualquer tipo de medicamento devem ser submetidas, como medida de precaução, a um preparo antialérgico que minimiza os efeitos da substância. O percentual de reação alérgica ao gadolínio é baixo e gira em torno de 2%.

De barriga vazia

Antes de ser submetido a uma ressonância magnética por contraste, o paciente deve fazer jejum por um período mínimo de seis horas. Em alguns casos, a aplicação do contraste por via intravenosa pode causar indisposição e mal-estar ao paciente no momento do exame. Em caso de vômito, o paciente pode sofrer uma broncoaspiração (aspiração de corpos estranhos pelas vias aéreas) dentro do gigantesco magneto que existe no aparelho de ressonância magnética.

Medida de segurança

O uso do gadolínio deve ser evitado em portadores de insuficiência renal. Como tais pacientes não conseguem eliminar a substância, ela tende a se acumular no sangue. Daí, o risco de provocar uma síndrome chamada esclerose sistêmica. Segundo recomendação dos órgãos internacionais, o gadolínio só deve ser utilizado em pacientes com insuficiência renal em casos estritamente necessários.

Substância inócua

Um dos contrastes mais utilizados na ressonância magnética é o gadolínio. Mas, ao contrário dos contrastes utilizados em exames de tomografia computadorizada, o gadolínio não contém iodo, que é uma substância com alto teor alergênico. Por isso mesmo, pacientes alérgicos a camarão ou a outros frutos do mar, que contêm muito iodo, não devem ser submetidos à tomografia computadorizada.

Hora de ir para casa

Na maioria das vezes, o paciente submetido a uma ressonância magnética por contraste pode retomar as suas atividades normais já no mesmo dia do exame. A tendência é que o contraste seja excretado na urina no prazo máximo de 24 horas. O uso do contraste não altera o tempo médio de realização do exame de ressonância magnética, que pode variar de 20 a 50 minutos.

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Os Simpsons em 25 curiosidades


Divertida, irreverente e até mesmo politicamente incorreta, Os Simpsons é uma das séries de animação sitcom mais queridas do mundo. Bom, todo mundo já deve saber que se trata de uma família americana muito maluca que mostra o dia a dia nos Estados Unidos, sempre satirizando as situações que vivenciam. Não tem como não cair na gargalhada.
Com 26 temporadas, 560 episódios e cerca de 11.200 minutos de duração contínuas, a animação completa hoje, 17 de dezembro de 2014, lindos 25 anos de absoluto sucesso, e nós montamos uma lista com 25 curiosidades sobre a série que somente os fãs mais loucos é que têm conhecimento. Saiba mais sobre essa família que nos faz chorar de rir.


  • Os nomes dos personagens de Os Simpsons foram inspirados na família de seu criador, Matt Groening. Sua mãe se chamava Margaret (Marge), Homer era o nome de seu pai (e depois também do seu filho) e suas irmãs se chamavam Lisa e Maggie (também Margaret). Já Bart era o apelido do próprio cartunista.
  • A primeira palavra que Lisa aprendeu a falar foi "Bart". Já o garoto disse "Ai caramba" pela primeira vez e continua com o bordão até hoje.
  • Quando a série comemorou 20 anos, Marge Simpson saiu na capa da revista Playboy americana. Isso aconteceu em 2009 e Homer não deve ter ficado muito feliz.
  • A família americana mais maluca que conhecemos apareceu pela primeira vez na TV em um especial de Natal. Esse foi considerado o primeiro episódio da série.
  • Sabe quando a Maggie passa na esteira rolante do supermercado logo na abertura? A caixa registradora mostra o preço de US$ 847,63. Era necessário esse valor para a criação de uma criança americana em 1989. Porém, por algum motivo desconhecido, o número passou a ser de US$ 243,26 a partir da 20ª temperada, em 2009.
  • Por que os personagens são amarelos? Eles teriam febre amarela? Uns dizem que sim, mas, segundo Matt Groening, foi a cor que mais chamou a atenção quando aplicada aos personagens, aquela tonalidade que faria as pessoas pararem no canal quando um episódio estivesse sendo exibido.
  • A revista "Time", em sua edição de 31 de dezembro de 1999, elegeu Os Simpsons como a melhor série de TV do século 20. Muito merecido.
  • Springfield realmente existe? Ela é uma das 121 cidades que carregam esse nome dentro dos Estados Unidos? Na verdade, a Springfield de "Os Simpsons" é fictícia, mas o criador achou que seria interessante o fato de as pessoas acharem que se trata da cidade que elas moram ou conhecem. E realmente elas pensam isso.
  • Para que a série fosse permitida nos países árabes, Homer precisou deixar a cerveja de lado e consumir refrigerante para não contrariar os costumes locais.
  • O ex-presidente americano George W. Bush já declarou que detesta a série Os Simpsons. E a grande maioria da população mundial odeia o Bush. Ha-ha!
  • No Japão, Lisa Simpson é a personagem mais popular e querida entre os fãs da série.
  • Você sabe qual é um dos maiores sonhos da vida do Homer? Ser empresário de uma cantora country e escrever um livro contando sua história. Além disso, ele relata que quer comer o maior sanduíche do mundo, ser um negociador de blackjack, ser um condutor de monotrilho, entre outras maluquices.
  • Quer saber o número do telefone da família Simpson? Anota aí: (939) 555-0113.
  • O nome completo dos cinco personagens principais são Homer Jay Simpson, Marjorie (Marge) Bouvier Simpson, Elizabeth (Lisa) Jay Marie Simpson, Bartolomeu (Bart) Jo-Jo Jay Simpson e Margaret (Maggie) Poolouver Abraham Simpson.
  • Pessoas e bandas mundialmente famosas, como Stephen Hawking, Andre Agassi, Paul McCartney, Rolling Stones, Michael Jackson e muitos outros, já participaram da série. Ao todo, são mais de 600 convidados especiais.
  • Segundo o Portal Simpsons, Homer já teve mais de 46 profissões diferentes ao longo de todas as temporadas.
  • Já em 1997, a série foi considerada a animação que há mais tempo está no ar, sendo exibida em horário nobre nos Estados Unidos. Antes disso, o recorde pertencia a Os Flinstones.
  • Os Simpsons conta, ao todo, com mais de 300 personagens paralelos, além da família.
  • E todos esses personagens possuem quatro dedos cada. Porém, como sempre tem uma exceção, nesse caso existem duas: Deus e Jesus.
  • Os cinco personagens principais da família Simpson continuam firmes e fortes até hoje, mas cerca de 31 personagens já morreram ao longo da série.
  • Homer é o único personagem que não usa cinto de segurança quando a família está dentro do carro.
  • Mais de US$ 3 bilhões foram arrecadados somente com publicidade entre todos os produtos licenciados. E esse número não para de crescer.
  • Dã!" (D'oh! em inglês) é o bordão oficial do Homer em toda a série — até a 15ª temporada, o personagem soltou a exclamação 377 vezes.
  • Aliás, essa expressão já até entrou para o Dicionário Oxford e significa "o ato de expressar frustração ao perceber que as coisas se saíram mal ou não conforme o planejado". Hoje em dia também é usada para mostrarmos que outra pessoa disse ou fez algo bobo.
  • Os Simpsons conta, hoje, com mais de 40 milhões de espectadores semanais. A maioria absoluta é fã incondicional da série. E que venham muitos anos a mais de sucesso!

Fonte, clique aqui.
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Curiosidades sobre a série Sobrenatural


- SUPERNATURAL é o nome original da série, ou seja, em inglês. O prefixo SUPER não tem o mesmo significado que em português. SOBRENATURAL é o nome que a série recebe no canal aberto SBT, como tradução. A maioria dos fans preferem SUPERNATURAL;
- O sobrenome Winchester se escreve igual a famosa série de armas;
- Dean tem exatos 27 anos e Sam 23 anos;
- O carro usado pelos irmão é um Chevy Impala 1967, placa KAZ 2Y5 – Kansas;
- Durante suas investigações, os irmãos costumam usar identidades falsas e fraudam vários cartões de crédito;
- Para combater espíritos e outras criaturas, John e Dean, inventaram balas munidas de sal. A explicação é que o sal é uma substância que não acaba com os fantasmas e demônios, mas os mantém longe, no caso das balas os atrasa;
- A Colt é a única arma capaz de acabar com qualquer demônio e criatura sobrenatural. Foram feitas 13 balas, mas atualmente todas já foram usadas;
- O demônio que matou Mary tem dois filhos, um deles se incorporou em Meg;
- A série é descrita como uma fusão de Arquivo X e Route 66;
- Sam tinha 6 meses quando sua mãe morreu e Dean tinha 4 anos;
- Várias mulheres com bebês de 6 meses morreram da mesma forma que Mary e seus filhos possuem misteriosos poderes;
- Os vampiros da série não são afetados por alhos, crucifixos ou luz do sol, mas podem ser dopados com sangue de humano morto e destruídos somente se decapitados;
- Durante a série aparecem vários elementos de lendas urbanas, tais como: Bloody Mary, Wendigo e Hookman;
- Sam e Dean obtêm informações sobre as criaturas lendo um velho diário de seu pai;
- Os irmãos usam um sensor eletrônico para captar a presença de espíritos e outras entidades;
- O verdadeiro nome de Sam é Samuel Winchester e ele odeia ser chamado de Sammy;
- Mary morreu no dia 02/11/83, então fazendo as contas a data de aniversário de Sam é 02/05/83, pois é mencionado que Mary morreu exatamente quando Sam completou 6 meses;
- O código do cadeado do carro que tranca o armamento dos Winchesters é o dia da morte de Mary (110283);
- Se fosse para caçar um urso, Dean caçaria um ursinho de brinquedo *risos*;
- Dean Winchester nasceu no dia 24 de Janeiro de 1979;
- Sam Winchester nasceu no dia 02 de Maio de 1983;
- A família Winchester é do povoado de Lawrence/Kansas;
- Wendigos são normalmente encontrados no estado norte-americano de Minnesota;
- Bloody Mary (Maria Sangrenta, para nós) é uma das Lendas Urbanas mais conhecidas do mundo;
- A série é gravada em Vancouver/Canadá;
- Jensen Ackles(Dean), na realidade havia feito teste para ser o Sam;
- Existe um segredo a cerca de Sam que John revelou ao seu filho mais velho, Dean, antes de morrer.
- O demônio que matou Mary não tem nome, mas os irmãos costumam chamá-lo de “Demônio de Olhos Amarelos”;
- Jensen Ackles (Dean) já trabalhou em Smallville (4º temporada) como Jason Teague, o namorado da Lana;
- O pai da Jo também era caçador e por causa de John Winchester, ele acabou morrendo.
- Quando se combate essas criaturas sobrenaturais é preciso ser muito corajoso! Quem adivinharia que o ponto fraco de Sam seriam palhaços e que o Dean morre de medo de avião?
- O nome do irmão da Meg é Tom (os filhos do demônio de olhos amarelos);
- Na idéia original da série,Sam e Dean não existiam, a história se baseava em um repórter que relatava em suas notícias fatos sobrenaturais,como a Warner nao gostou da idéia,a série foi toda reformulada,até chegar no que é hoje;
- A dupla usaria um Mustang Cobra 1965 ao invés do Chevy Impala ’67;
- Durante o decorrer da série já fomos apresentados à 4 “Psykids” (nome dado pelo criador da série), e são pessoas que possuem algum tipo de habilidade sobrenatural, são eles: Sam Winchester, Max Miller, Andrew Gallagher (ou Andy), Ansem Weems (ou Webber);
- Rosie, que aparece no 21º episódio da 1ª temporada não é necessariamente uma psykid, pois sua mãe não morreu da forma que é prevista. Porém, Mônica (mãe de Rosie) diz a seguinte frase: “Ela nunca chora.Ela só encara todo mundo.As vezes ela olha para você parece que está vendo dentro de sua mente”. Suspeito, não?
- Na identidade de FBI do Sam (12º epi 02ª temp) o nome é usado é Han Solo, personagem de Star Wars! Já na identidade do Dean (mesmo episódio) o nome é de alguém muito mais próximo da terra: Jack Bauer, sim…isso mesmo!! da série 24 horas!
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Dragão?


Tudo bem.

Realmente não é um Dragão.

Mas que parece, parece…

Pelo menos com o conceito que temos desse lendário bicho.

Na verdade, esse animal é um Armadillo Lizard (Cordylus Cataphractus). Uma espécie de lagarto...

O que não o deixa de ser um distante primo (pequeno) dos dragões.
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Código Internacional Referente ao Alfabeto


Todas as letras do alfabeto têm um significativo nas letras que existem nos aviões.
Por exemplo:

PT LCA
(Lima-Charlie-Alfa)

Neste caso, a letra “L” significa “Lima”; a “C”, “Charlie”; e a “A”, “Alfa”.
Ao passo que as “PT”, indicam “Brasil”.

A = Alfa
B = Bravo
C = Charlie
D = Delta
E = Echo
F = Fox
G = Golf
H = Hotel
I = Índia
J = Juliet
K = Kilo
L = Lima
M = Mike
N = November
O = Oscar
P = Papa
Q = Quebec
R = Romeo
S = Sierra
T = Tango
U = Uniforme
V = Victor
W = Whiskey
X = X-Ray (pronuncia-se “ésk-rrei”)
Y = Yankee
Z = Zulu

Como a lista de prefixos dos Países é muito extensa, aqui vão alguns exemplos:

África do Sul = ZS
Alemanha = D
Argentina = LV
Austrália = VH
Brasil = PP e PT
Bulgária = LZ
Canadá = CF
Espanha = EC
Estados Unidos = N
França = F
Índia = VT
Inglaterra = G
Itália = I
México = XB
Nova Zelândia = ZK
Polônia = SP
Romênia = YR
Rússia = AK
Suécia = SE
Suíça = HB
Tchecoslováquia = OK
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Você já viu um teclado japonês?



Um teclado sempre apresenta diferenças de acordo com o idioma para o qual está configurado. O teclado em português do Brasil, por exemplo, tem teclas para o acento grave (o “`”, que indica crase) e o Ç, símbolos próprios da nossa língua.

O mesmo acontece em outros países: os espanhóis têm a tecla “Ñ“, os gregos têm os caracteres que representam letras como “alfa“, “beta” e “gama” e assim por diante.

A coisa complica um pouco para idiomas não-ocidentais. Vamos pegar o exemplo do japonês: na terra do sol nascente, eles escrevem com dois silabários de 43 caracteres (lembre-se: o nosso alfabeto tem só 23 letras) e com um sistema de centenas de ideogramas, sinais que representam conceitos ou idéias.

Para fazer esse monte de símbolos caberem em um teclado de computador, os japoneses precisaram usar a cabeça. A solução foi engenhosa: as sílabas mais usadas são acessadas diretamente, as menos usadas aparecem com a ajuda de teclas de apoio e os ideogramas surgem na tela dos programas de edição de texto.

Não é tão complicado: basta se habituar à configuração do teclado, como você confere nos exemplos do infográfico abaixo. QUESTÃO DE PRÁTICA Japoneses usam dezenas de caracteres com a ajuda de teclas de apoio e editores de texto SÍLABAS MAIS USADAS Os principais elementos da escrita japonesa são dois silabários (conjuntos de sílabas), cada um composto por 43 caracteres.

Desse total, os mais usados aparecem impressos diretamente no teclado.

Basta apertar a tecla correspondente e a sílaba aparece na tela SÍLABAS MENOS USADAS As sílabas menos usadas também aparecem impressas no teclado, mas em tamanho menor. Para acessá-las, é preciso acionar a tecla correspondente junto com alguma tecla de apoio ? o shift, por exemplo.

É o mesmo processo que a gente usa para digitar letras maiúsculas IDEOGRAMAS Além do silabário, a escrita japonesa também utiliza centenas de símbolos que representam conceitos ou idéias, os ideogramas. Para digitá-los, o usuário precisa de algum programa de edição de texto que ofereça uma lista de todos os ideogramas. Daí, basta clicar no atalho da lista de ideogramas (digitando alt + “) e escolher o seu ? o processo é parecido com a opção “inserir símbolo” do Word

Veja como ele é:


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A origem do sinal "arroba"



De onde vem o misterioso sinal @, a que os portugueses chamam «arroba», os norte-americanos e ingleses «at», os italianos «chiocciola» (caracol) e os franceses «arobase»? Porque razão foi ele escolhido para os endereços de correio electrónico? Na verdade, não conhecemos ao certo a origem deste misterioso símbolo. Nem estávamos preocupados com o problema, até que ele começou a entrar no nosso dia-a-dia e foi preciso arranjar-lhe uma designação.

A princípio, os portugueses chamavam-lhe «caracol», «macaco» ou outro nome claramente inventado. Depois, houve quem reparasse que a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira dizia tratar-se do símbolo de arroba, pelo que esse nome pegou.

Que terá a arroba a ver com esse sinal? Não se sabe ao certo, mas há pouco mais de um ano, o investigador italiano Giorgio Stabile descobriu um documento veneziano datado de 1536 onde esse símbolo aparecia. Estava aí a representar ânforas, utilizadas como unidades de peso e volume. Posteriormente, num vocabulário Latim-Espanhol de 1492, Stabile encontrou o termo «arroba» como tradução castelhana do latim «amphora». A ânfora e a arroba, concluiu o investigador italiano, estariam na origem da estranha letra retorcida.

O encadeamento dos factos é fascinante, mas há pontos obscuros. A palavra «arroba» não tem qualquer relação com «ânfora», pois vem do árabe «ar-ruba’a», designando «um quarto» ou «a quarta parte», como se aprende no Dicionário Etimológico de José Pedro Machado. Trata-se de uma unidade de peso que equivale a 14,788 quilogramas e que habitualmente se arredonda para 15kg. Podia ser que uma ânfora cheia de vinho tivesse esse peso, mas a semelhança fica por aí.

No século XVII o mesmo símbolo reapareceu, mas com outro significado. Utilizava-se para abreviar a preposição latina «ad», que significa «para», «em», «a», e que se usava para introduzir os destinatários das missivas. Condensava-se o «a» e o «d», num único carácter. É a chamada ligatura. O dicionário brasileiro Aurélio diz que ligatura é a «reunião, num só tipo, de duas ou mais letras ligadas entre si, por constituírem encontro frequente numa língua». Nesse mesmo dicionário da língua portuguesa confirma-se o símbolo @ como abreviatura de arroba.

O misterioso @ continuou a ser utilizado até ao século XIX, altura em que aparecia nos documentos comerciais. Em inglês lia-se e lê-se «at», significando «em» ou «a». Quem percorra as bancas de fruta ou os mercados de rua norte-americanos vê-o frequentemente. Os vendedores escreviam e continuam a escrever «@ $2» para significar que as azeitonas se vendem a dois dólares (cada libra, subentenda-se). Para eles não se trata de nenhuma moda: sempre viram aquele símbolo como a contracção das letras de «at».

Na máquina de escrever Underwood de 1885 já aparecia o @, que sobreviveu nos países anglo-saxónicos durante todo o século XX. O mesmo não se passou nos outros países. No teclado português HCESAR, por exemplo, que foi aprovado pelo Decreto-lei 27:868 de 1937, não existe lugar para o @. Por isso, quando o símbolo reapareceu nos computadores, ele tinha já um lugar cativo nos teclados norte-americanos, por ser aí de uso frequente. Nos nosso teclados só foi acrescentado nos anos 80 e encavalitado noutra tecla: é preciso pressionar simultaneamente Ctrl+Alt+2 ou AltGr+2 para o fazer aparecer.

Quando o correio electrónico foi inventado, o engenheiro Ray Tomlinson, o primeiro a enviar uma mensagem entre utilizadores de computadores diferentes, precisou de encontrar um símbolo que separasse o nome do utilizador do da máquina em que este tinha a sua caixa de correio. Não queria utilizar uma letra que pudesse fazer parte de um nome próprio, pois isso seria muito confuso. Conforme explicou posteriormente, «hesitei apenas durante uns 30 ou 40 segundos… o sinal @ fazia todo o sentido». Estava-se em 1971 e esses 30 ou 40 segundos fizeram história, mas criaram um problema para os países não anglo-saxónicos. Não foi só nos teclados, foi também na língua.

Em inglês, «charles@aol.us» entende-se como «Charles em aol.us», ou seja, o utilizador Charles que tem uma conta no fornecedor AOL, situado nos Estados Unidos. Mas em português não soa bem ler «fulano@servidor.pt» dizendo fulano-arroba-servidor.pt. Nem tem muito sentido. Mas qual será a alternativa? Uma solução seria seguir o inglês e dizer «at». Outra ainda seria dizer «a-comercial», como nos princípios do século XX se chamava a esse símbolo no nosso país. Talvez o melhor fosse utilizar «em». Mas haverá soluções mais imaginativas. Quem quiser gastar o seu latim pode proclamar «ad», rivalizando em erudição com o mais sábio dos literatos. Ou surpreender toda a gente, anunciando uma «amphora» no seu endereço.
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Você sabe o que é Onicofagia?



A onicofagia é o singular de hábito de roer unhas, é um dos hábitos mais comuns em que vemos em, crianças, jovens e adultos.

O hábito e a necessidade de roer ou até mesmo de comer as unhas, está ligado a um estado de psico-emocional de ansiedade ou seja, considerado como reflexo de desajustes emocionais.

A incidência diminui após os 16 anos de idade. Portanto, considerado normal entre as idades de 4 a 18 anos, devido a sua alta prevalência nesta faixa etária.

A causa do hábito ainda não se sabe. Porém, pessoas que roem unhas têm mais ansiedade do que aqueles que não têm a onicofagia, nenhuma diferença significativa em relacionar a onicofagia à ansiedade. Outros citam a tendência familiar devido, provavelmente, ao ato de imitação.

As consequências

O hábito de roer unhas pode provocar sérios problemas. Roer as unhas produz ferimentos que servem de porta de entrada para vírus como o HPV, causador de verrugas na pele.

Quem engole pedaços de unhas pode ter pequenas lesões no estômago ou no intestino. Um outro fator é, as mãos podem estar sujas e a pessoa acaba ingerindo germes.

Tratamento

De modo geral, a onicofagia não é um caso de se preocupar e, se não estimulado, com o tempo desaparece. Embora, se estiver associado a outros problemas, o quadro é mais complexo e precisará de ajuda especializada.

Veja alguns exemplos que ajudará a controlar a onicofagia:

Manter as unhas bem cortadas, evitando que as pontas mal aparadas sirvam de tentação para os roedores.
Mordedor de borrachas (Principalmente quando está assistindo filme, jogos, novelas, ect.)
Chicletes sem açúcar
Ocupar as mãos do indivíduo com atividades (trabalhos manuais ou instrumentos).
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Revelando os tesouros do fundo do mar



Os navios afundados guardam muitos mistérios em suas estruturas corroídas. E excitante pensar que bravos marinheiros os manobravam para singrar os oceanos ou mesmo envolver-se em lutas sangrentas com piratas para defender suas valiosas cargas. Por muitos séculos, essas embarcações afundadas permaneceram longe do alcance de nossa curiosidade.

Porém, com a descoberta e o aprimoramento dos equipamentos de mergulho, o homem afastou o véu dos segredos e pôde atingir seus sonhos: conhecer de perto os naufrágios. E quando nadamos calmamente pelos corredores das embarcações, ouvindo apenas o barulho de nossa própria respiração, podemos sentir a presença mágica do lugar, com as incontáveis formas de vida que colonizaram seus compartimentos.

Os navios afundados — naufrágios, no jargão dos mergulhadores — sempre foram alvo de caçadores de tesouros, que deles tentavam retirar alguma coisa da carga valiosa que afundara junto com a embarcação. As primeiras tentativas foram tímidas, com os aventureiros recuperando objetos espalhados pelo fundo. Mas com o passar dos anos e o desenvolvimento de técnicas específicas, foi possível criar um método de recuperação de objetos submersos, que hoje tem o auxílio de detetores magnéticos e robôs, além de minuciosos estudos científicos.

Mesmo com a utilização das técnicas modernas e os recursos empregados nas recuperações, as histórias de sucesso são raras. Mel Fisher, presidente da Treasure Salvours, uma empresa exclusiva de resgates, tornouse famoso ao recuperar um valioso tesouro das profundezas do mar.

As pesquisas levaram Fisher aos destroços do Nuestra Señora de Atocha, um galeão que afundou em 1622 nas águas rasas e quentes do Caribe, rendendo ao mergulhador mais de 400 milhões de dólares em objetos valiosos. Para a maioria, no entanto, o prêmio é o insucesso, fazendo com que inúmeros pesquisadores abandonem suas buscas muitos anos e dólares depois de iniciadas.

Sobre esses aventureiros em geral ainda paira o estigma de piratas que pilham os objetos encontrados. Vale esclarecer que os caçadores de tesouros são na maioria estudiosos que gastam muitos de seus anos em bibliotecas, levantando dados que possam levar a um navio que tenha relevância histórica. Isto é o que acontece no Brasil, já que, conforme a Lei Nacional que regulamenta a exploração de submersos, cabem à

União todos os direitos sobre os tesouros que porventura forem encontrados pelos mergulhadores. 0 que não impede que dezenas de aventureiros se dediquem a procurar tesouros pelos oito mil quilômetros da costa brasileira, rica em naufrágios, pois há dois mil deles catalogados. Embora a maioria não esteja adequadamente localizada, um grande número é freqüentemente visitado por mergulhadores em busca apenas de aventura. E o que acontece com o Alfama de Lisboa, afundado em agosto de 1809, no litoral de Recife, e que é considerado um dos mais antigos naufrágios brasileiros. De suas estruturas frágeis, já foram recuperadas por amadores peças valiosas em cerâmica, porcelana e prata, em perfeito estado de conservação.

Em Pernambuco também se encontra o mais importante naufrágio brasileiro: o do navio Santa Rosa. Esta embarcação foi a pique no ano de 1726, próximo ao cabo de Santo Agostinho, com 26 toneladas de ouro a bordo. A valiosa carga afundada transformou o Santa Rosa no segundo naufrágio mais valioso do mundo.

Em São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco encontrase a maioria dos navios afundados na costa brasileira. Neles já não há mais tesouros a recuperar, e os mergulhadores que se aventuram a explorálos estão mais interessados em apreciar a belíssima fauna marinha do que recuperar algum objeto valioso.

É preciso saber mais do que apenas mergulhar para ser um caçador de tesouros. A recuperação e principalmente a restauração e a conservação das peças encontradas requerem estudo e técnicas adequadas, além de altos investimentos financeiros. Há mergulhadores despreparados que retiram do mar verdadeiros patrimônios históricos sem ter noção do que encontraram, causando, muitas vezes, perda total do achado. Além disso, localizar e identificar um navio nem sempre é fácil, ainda mais saber de sua carga, já que seus dados estão perdidos nos séculos. O trabalho deve ser feito em conjunto entre os técnicos e seus assistentes, que estudam .as possibilidades e cuidam da manutenção dos objetos.

Embora haja uma aura de mistério envolvendo as explorações de naufrágios, usando-se a metodologia correta é possível ter êxito. Alguns dados são importantes, como a localização do navio, a profundidade, a penetração do casco e o sedimento que o envolve. Estas informações ajudam a prevenir surpresas, como, por exemplo, o tombamento das estruturas, que se deterioram com o passar dos séculos. Como instrutor de mergulho diplomado pelo PDIC (Professional Diving Instructors Corporation), procuro minimizar os riscos do mergulho em destroços, ensinando técnicas que tornam o mergulhador apto a enfrentar as dificuldades desses locais.

Mas nem sempre as surpresas são desagradáveis. Lembrome da ocasião em que um mergulhador retirou do interior de um cargueiro afundado há mais de cem anos um pequeno pacote de papel perfeitamente conservado. Na etiqueta podia ler-se claramente: “Agulhas CRGP são de superior qualidade — Fabricadas do melhor aço.” Aberto o pacote, lamentouse que as agulhas não fossem tão resistentes quanto a etiqueta, pois já se haviam transformado numa massa negra e disforme.

Não é apenas a ação contínua do mar que prejudica a retirada dos objetos dos navios. No oceano, qualquer suporte rígido é utilizado por espécies animais e vegetais, para dele extrair alimento e obter sustentação. As embarcações são verdadeiros chamarizes  para estes seres vivos, tornando-se com o passar dos séculos recifes cobertos de organismos, o que dificulta sua identificação e recuperação. Assim, a fauna dos naufrágios é sempre exuberante. Além dos minúsculos animais que aderem às diversas peças, muitos peixes grandes, como tubarões e raias, as utilizam como repouso. E fácil imaginar a surpresa de alguém deparar com um tubarão de mais de dois metros dormindo em algum compartimento.

As rodas de propulsão do vapor Bahia, que afundou ao colidir com outro navio no litoral de Olinda, em março de 1887, são agora habitadas por inúmeros cardumes, o que proporciona um espetáculo inesquecível aos que se aventuram por estas águas.

Além do tubarão, o peixe-pedra ou mangangá (Scorpaena sp.), também é um assíduo morador dos destroços submersos. O seu forte veneno, secretado por suas glândulas ligadas aos espinhos na nadadeira dorsal, representam um grande perigo para qualquer mergulhador, desavisado ou não. Camuflado dentro do navio, o peixe dificilmente é percebido, o que facilita que atinja o homem que nele toque.

Para muitos mergulhadores de naufrágios é triste constatar que sua descoberta não resistiu à ação dos tempos. Como exemplo, o galeão português São Paulo, que, embora possuísse 840 toneladas e vários canhões, não suportou a batalha contra os piratas no cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, e afundou no ano de 1652. Famoso pela sua antiguidade, o navio foi por muito tempo motivo de cobiça entre os caçadores de tesouros. Mas, descoberto o local de seu túmulo no mar, constatou-se que toda a sua estrutura de madeira se desintegrata, sobrando apenas as âncoras e alguns canhões. Uma decepção para os cobiçosos caçadores, mas um naufrágio historicamente importante, e ponto de honra no currículo de qualquer mergulhador.

Fonte: www.naufragiosdobrasil.com.br
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Curiosidades sobre... o Vaso Sanitário



O vaso sanitário, é mais popularmente conhecido como privada ou trono, embora algumas vezes não tenhamos todas as nossas vontades satisfeitas.

O vaso sanitário moderno foi criado no século XVI por Sir John Harrington.

Ele era neto da rainha Elizabeth I, e para divulgar a invenção publicou um panfleto intitulado “A Metamorfose de Ajax”.

Na época o nome Ajax passou a figurar em várias piadas e acabou virando gíria para significar banheiro.

A invenção do sistema de descarga moderno também é atribuída a um britânico, Thomas Crapper.

Além do sistema de descarga, ele teria criado em 1860, a tampa dobrável em forma de “U”. Mas segundo Angela Lee, uma porta-voz do museu, “Thomas Crapper não passava de um grande especialista em marketing pessoal, que patenteou várias criações de outros inventores.”

Uma história corrente na Grã-Bretanha atribui o nome de Thomas Crapper a um conhecido vocábulo da língua inglesa que exprime a ação de defecar.

Você sabia que nos modelos mais comuns, a quantidade de água varia entre 6 e 8 litros por descarga?

Segue abaixo alguns modelos de privada que encontrei por minhas buscas pela Internet:

 

 


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De quem são os tesouros do mar?



Legalidade. A Arqueonautas, que se legalizou em Portugal quando a lei proporcionava a caça ao tesouro, transferiu-se para paragens africanas, quando a legislação mudou durante o Governo de Guterres.
Mas aqui estão as raízes, membros associados e a sede da empresa gerida por um conde alemão.

Caça-tesouros em Portugal são legais em África

O que é um caçador de tesouros? Até uma criança sabe. Basta-lhe ler uns quantos livros de banda desenhada e ver alguns filmes. A realidade não é assim tão diferente do imaginário infantil. Os caçadores de tesouros existem e andam em busca de preciosidades que jazem esquecidas no fundo do mar.

O património luso espalhado por esses oceanos fora, testemunhas do pioneirismo durante a expansão, tem sido a partir da década de 50 do século XX, alvo de apetites vorazes, com o início do uso do escafandro
autónomo – e mais tarde impulsionado nos anos 70 e 80 com tecnologia mais sofisticada.

Quando, há semanas, noticiámos e desenvolvemos a descoberta de restos e um navio do século XVI, muito provavelmente português, na Namíbia, [cujo desenvolvimento continua, estranhamente por decidir, no
Ministério dos Negócios Estrangeiros, revelámos que dezenas dos nossos antigos navios têm sido mexidos e os recheios leiloados ou vendidos a museus estrangeiros.

Associados de peso

Nesse contexto surgiu o nome de uma empresa sedeada em Portugal, a ArqueonautasWorldWide Arqueologia Subaquática, SA, alvo de algumas contestações, cujo administrador entrevistamos na página ao lado.

Nascida em 1995, a empresa tem hoje associados, entre os nacionais, nomes conhecidos como Francisco Pinto Balsemão, José Manuel Espírito Santo, Henrique Granadeiro, Ricardo Espírito Santo Salgado, José Manuel de Mello, Augusto de Athayde e Ernâni Lopes.

Não terá sido pelo lucro que estes nomes se juntaram, já que, como assume Nikolaus Sandizell, a  rqueonautas, apesar de existir há 13 anos, ainda não começou a dar dinheiro.

Perante a lei portuguesa, a empresa funciona como caça-tesouros, tendo sido impedida de trabalhar em Portugal quando, em meados dos anos 90, o ministro Manuel Maria Carrilho contrariou totalmente a legislação
que tinha sido aprovada anteriormente durante a passagem de Santana Lopes pela Secretaria de Estado da Cultura.

As duas faces da moeda

A mesma acusação não pode ser feita à Arqueonautas quando actua em Moçambique e Cabo Verde, países não subscritores da Convenção da UNES-CO de 2001, que determina princípios éticos sobre este património. É como uma face de duas moedas de leituras completamente distintas.

Por outro lado, Portugal tem assumido ao longo do tempo uma atitude passiva face ao que tem acontecido com os seus antigos navios, muito diferente da tomada pelos espanhóis, que não hesitaram em colocar em tribunal um dos poderosos caça-tesouros do mundo, a empresa Odyssey, para defender o património dos seus navios naufragados, tendo ganho acções em várias instâncias, nos tribunais norte- -americanos.

A legislação portuguesa costeira surgiu em 1997, antes mesmo da Unesco ter lançado a Convenção sobre a Protecção do Património Cultural Subaquático, que Portugal ratificou, mas que para entrar em vigor necessita de mais três países aderentes para chegar a um mínimo de 20 subscritores. O 17.º país a concordar com os termos da convenção foi Cuba que assinou o documento há poucas semanas.

O agravamento da caça ao tesouro levou a que o Conselho da Europa mandasse estudar o fenómeno nos anos 80, tendo daí resultado o famoso Relatório Roper que concluiu, nessa altura, estarmos perante uma catástrofe ao nível da arqueologia subaquática ilegal.

Legalmente, a Arqueonautas tem feito escavações em Moçambique, em navios portugueses que ali naufragaram. A bordo do Indian Ocean Explorer segue uma tripulação de sete membros e 12 especialistas, segundo informou a Arqueonautas, numa equipa composta por arqueólogos subaquáticos, classificadores e desenhadores. O arqueólogo responsável é o cubano Alejandro Mirabal.”
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